segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Pra mim, é o que basta: nós dois!

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Talvez esse momento nem dure para sempre. Talvez não, isso não durará para sempre. Nada é permanente. Mas bem que eu queria, eu queria que o nosso amor congelasse no tempo e continuasse a ser perfeito como ele é. Talvez até ele seja eterno. Quer dizer, eterno enquanto dure. Você não é eterno, eu não sou eterna. Mas o nosso amor pode sim, ser eterno. O amor é o mais forte dos sentimentos, ele faz e consegue tudo que quer. E eu consegui você. O maior prêmio que jamais pude ganhar. O prêmio mais belo, mais carinhoso, mais preocupado e o mais perfeito de todos. Perfeito vírgula. Porque nada é perfeito. Afinal se fosse, qual graça teria? Pois eu te digo, não teria nenhuma. E então, não é você. Porque você tem muita graça. Você é uma graça. A minha graça. A minha salvação. O meu tudo. O meu nada. O meu amor. 
Talvez eu eu não deveria me entregar dessa maneira, talvez deveria. Não sei. Estou seguindo o meu coração, e por enquanto, ele está apontando na sua direção.

Você e eu. Pra mim, é o que basta: nós dois!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Corações diferentes, batimentos iguais.

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Então era isso, tudo isso por você. Sem mais.
Por você que ela gastava todas as suas horas do dia pensando. Por você que ela pensava quando via horas gêmeas. Por você que ela vivia. Por você que ela ainda mantinha um sorriso no rosto. Por você, só por você. Mas, conciente ou não, você a disperdiçou.
Agora era por você que ela chorava todas as vezes que estava sozinha. Agora era por você que ela evitava olhar as horas, para não ter que cruzar com alguma hora gêmea. Agora era por você que ela mantinha os olhos cheios de lágrimas, e o coração despedaçado.
E foi assim, o amor veio, a invadiu, e você brincou. Apenas brincou com um coração e com um sentimento. Na verdade, o mais belo sentimento. Talvez esse sentimento nem mesmo exista, mas ela acreditava sim, no amor.
Sua mente sempre dizia para ela desistir, mas o seu coração não deixava. Ela acreditou em você.
E então, por alguma razão, você voltou para ela anos depois. Mas, anos depois ela já era outra. Completamente outra. Já estava casada, e grávida.
Quando ela te viu pela primeira vez, o seu coração falhou uma ou duas batidas. Depois retomou o fôlego pensando que o seu ou a sua filha também precisasse daquele oxigênio. Você ficou espantado com tudo aquilo. Ela, aquela garota de anos atrás, agora seria uma mãe. Aparetemente, estava feliz, completa e o mais importante, superada.
Vocês conversaram horas, sobre assuntos quaisquer. Mas tudo tinha mudado. Ela estava feliz, sim. Mas estava arrasada pelo fato de você ter demorado tanto tempo para perceber que vocês eram almas gêmeas, como aquelas horas que ela via a anos atrás. Talvez tudo não passou de destino. Talvez sim, talvez não. Mas agora era tarde de mais, você tinha a sua vida, e ela agora estava criando a dela.
Você sabia por quem o seu coração batia. E ela sabia também. Corações diferentes, batimentos iguais.